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terça-feira, 13 de novembro de 2018
POR FORÇA DE REQUERIMENTO DO VEREADOR VICK VEREADORA LUCIANA REUNIÃO NA CAMARA MUNICIPAL DEBATE MORTANDADE DE ABELHAS NO MUNICÍPIO
Reunião na Câmara debate mortandade de abelhas no município
Publicado em (12/11/2018 - 16h47) Notícias
Encontro teve a presença de vereadores, de secretários municipais e de membros da Assapira
Imprensa/Câmara
Encontro teve a presença de vereadores, de secretários municipais e de membros da Assapira
A pedido da Assapira (Associação dos Apicultores de Pirassununga), a Câmara Municipal de Pirassununga realizou, na tarde da última quarta-feira (7), uma reunião para discutir a mortandade de abelhas no município. Formalizada mediante requerimento protocolado pelos vereadores Edson Sidinei Vick e Luciana Batista, a reunião teve a presença, além dos membros da associação, dos secretários municipais Valdir Rosa e Natal Furlan e dos vereadores Vick, Luciana, Paulo Rosa, Nelson Pagoti, Jeferson Couto e Vitor Naressi.
“O motivo que levou a essa reunião é o elevado número de colmeias que vêm sendo mortas por agrotóxico. O prejuízo tem sido enorme para os agricultores e para o meio ambiente”, disse o presidente da Assapira, João Manoel Armanim Plenco, acrescentando que a situação vem ocorrendo na cidade há tempos. Segundo ele, é necessário pensar em ações de conscientização para aplacar o problema.
Citando a lei nº 7802/1989, o secretário municipal de Meio Ambiente, Valdir Rosa, explicou que as atribuições legais de controle e fiscalização referentes à pesquisa, à comercialização e ao uso de defensivos agrícolas não são de competência do município, estando dentro das atribuições dos governos federal e estadual. “Nós não podemos e não temos a prerrogativa para falar em nome do Estado e da União sobre o uso de defensivos agrícolas na área rural do município”, disse. .
O secretário afirmou, porém, que a municipalidade está bastante sensível à questão. “Nós temos bastantes colmeias em grandes árvores na área urbana do município, e às vezes há a necessidade, através de um laudo, de essas árvores serem suprimidas ou cortadas. Há todo um procedimento para retirar essas colmeias, que são remanejadas para outro local”, contou.
Ele alertou ainda sobre o procedimento que deve ser adotado em casos envolvendo uso de agrotóxico na área rural. “Ao termos uma notícia ou ficarmos sabendo de algum tipo de uso de agrotóxico, é importante que a gente faça a denúncia diretamente na Casa da Agricultura”, falou.
Autoria: Imprensa/Câmara
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