quarta-feira, 6 de março de 2019

VEREADOR VICK E COMISSÃO LEGISLATIVA COBRAM EXPLICAÇÕES SOBRE O AUMENTO DE TARIFA DE ÁGUA

Vick e Comissão Legislativa cobram explicações sobre aumento de tarifa de água
O recente aumento das tarifas de consumo de água em Pirassununga resultaram numa série de reclamações populares por toda a cidade. São dezenas de contas de água que, até meados de dezembro de 2018 cobrava-se R$ 35,00, em média, “saltou” para R$ R$ 400,00 e até em alguns casos, para R$ 800,00. Diante destas reclamações diárias e constantes aos vereadores, alguns edis resolveram “cobrar” explicações diretamente do Serviço de Água e Esgoto de Pirassununga (SAEP). No entanto, após insistentes investidas como a feita pelo vereador Edson Sidinei Vick, houve a necessidade de se editar pedido de informações para que a autarquia pudesse explicar tantas reclamações feitas nas dependências da Câmara Municipal. Houve um aumento de cerca de 4,05% nas tarifas das contas de água, na virada do ano de 2018 para 2019. Sem um esclarecimento abrangente e conciso, segundo Vick, houve a necessidade de encaminhar um requerimento, no início deste mês, e que resultou numa audiência pública realizada na segunda-feira (18), com o diretor-financeiro da Agência Reguladora ARES-PCJ (Bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), Carlos Roberto Belane Gravina que, entre outras declarações, disse que caberia aos municípios a decisão de aumentar o consumo mínimo de água de dez para 15 metros cúbicos, “que era uma promessa de campanha do prefeito Ademir Lindo”. Ao tomar conhecimento que houve reajustes ainda sobre o consumo atual, a Comissão Legislativa de Defesa do Consumidor e do Contribuinte (formado pelos vereadores Vick, Luciana Batista e José Antonio Camargo de Castro) solicitou-se cópias referentes aos convênios firmados com a agência reguladora. “Fizemos o pedido oficial à agência reguladora, da documentação referente a este convênio; assim poderemos agir e entender se estas tarifas são abusivas. Ao que parece, aumentar a cota de consumo mínimo (de 10 para 15 metros cúbicos) pode amortizar custos e, por isso, vamos avaliar”, comentou Vick em plenário. Para o vereador, com a cópia do documento firmado em convênio com a agência reguladora, pode-se se esclarecer, definitivamente, o prazo e condições estabelecidas pelo convênio existente, em especial, em relação aos valores que devem ser transferidos à agência reguladora. ▪ Asfalto – Ainda sobre o SAEP, Vick também ressaltou que as obras de drenagem de águas pluviais realizadas pela autarquia traz alguns transtornos à população, principalmente, ao tráfego de veículos junto às ruas centrais. Porém, o que chamou a atenção do vereador foram as necessidades de se refazer as obras de recapeamento junto à avenida Prudente de Moraes, nas imediações do boulevard, da rotatória de junto à avenida Newton Prado e rua Luís Barbedo, seguindo até a atual posição destas obras de drenagem, na rotatória com a rua José Bonifácio e imediações da Biblioteca Municipal “Chico Mestre”. Refazer o asfalto original nesta região da cidade é obrigação da administração pública, mas, na visão do vereador houve a necessidade de refazer o recape. “Gostaria de saber o porquê e o custo adicional de se refazer este serviço. Será que estava mau feito?”, indaga o vereador.

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